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Versão preliminar em revisão. Site educativo, não iniciático. Não substitui terreiro, comunidade ou orientação religiosa, nem assistência médica ou psicológica.
Luz e AxéMatriz iorubá e tradições afro-brasileiras
Procedência

Fontes

Toda síntese educativa deste site se apoia nas obras abaixo, e cada meditação indica qual delas a sustenta. Blocos marcados como autorais são do autor e não devem ser atribuídos a nenhuma dessas obras.

NASCIMENTO, Abdias do
O Genocídio do Negro Brasileiro: processo de um racismo mascarado. Paz e Terra, 1978.
GONZALEZ, Lélia
Por um feminismo afro-latino-americano. Zahar, 2020.
NASCIMENTO, Beatriz
Uma história feita por mãos negras. Zahar, 2021.
SODRÉ, Muniz
O terreiro e a cidade: a forma social negro-brasileira. Vozes, 1988.
SANTOS, Juana Elbein dos
Os Nàgô e a Morte: Pàde, Àsèsè e o culto Égun na Bahia. Vozes, 1975.
SANTOS, Maria Stella de Azevedo (Mãe Stella de Oxóssi)
Meu Tempo é Agora. Oduduwa, 1993.
PRANDI, Reginaldo
Mitologia dos Orixás. Companhia das Letras, 2001.
LOPES, Nei
Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. Selo Negro, 2004.
SILVA, Vagner Gonçalves da
Candomblé e Umbanda: caminhos da devoção brasileira. Selo Negro, 2005.
VERGER, Pierre
Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo. Corrupio, 1981.
BASTIDE, Roger
O Candomblé da Bahia: rito nagô. Companhia das Letras, 2001.
WILLIAM, Rodney
Apropriação cultural. Pólen, 2019.
FERRETTI, Sergio Figueiredo
Querebentan de Zomadonu: etnografia da Casa das Minas. EDUFMA, 1985.
CAPONE, Stefania
A busca da África no Candomblé: tradição e poder no Brasil. Pallas, 2004.
ORTIZ, Renato
A morte branca do feiticeiro negro: umbanda e sociedade brasileira. Brasiliense, 1991.
SLENES, Robert W.
Na senzala, uma flor: esperanças e recordações na formação da família escrava. Nova Fronteira, 1999.

Lista de leitura introdutória; não esgota a bibliografia disponível. Sugestões de inclusão são bem-vindas no repositório do projeto.

Nota de cuidado

Práticas espirituais e comunitárias podem oferecer pertencimento, consolo e significado. Elas não substituem avaliação médica ou psicológica quando há sofrimento persistente, prejuízo funcional, risco, sintomas físicos importantes ou emergência. O cuidado pode ser construído de modo respeitoso e complementar, com consentimento da pessoa.